Hantavirose tem taxa de letalidade de 51% em São Paulo, saúde reforça prevenção
Desde 2007, foram registrados 199 casos e 101 óbitos, e em 2026 até setembro já havia quatro casos confirmados, com um óbito

A hantavirose apresenta taxa de letalidade de cerca de 51% no estado de São Paulo, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES‑SP). Desde 2007, foram registrados 199 casos e 101 óbitos, e em 2026, até setembro, foram confirmados quatro casos, dos quais um evoluiu para óbito.
A doença é uma zoonose viral aguda transmitida principalmente pela inalação de partículas contaminadas por urina, fezes ou saliva de roedores silvestres infectados, manifestando‑se geralmente como Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus, com risco de comprometimento respiratório e cardíaco.
A vigilância epidemiológica realiza a investigação dos casos suspeitos, a confirmação laboratorial e a apuração das circunstâncias de exposição, devendo os casos suspeitos ser notificados imediatamente aos serviços de vigilância conforme os protocolos vigentes.
A principal medida preventiva é evitar o contato com roedores silvestres e suas excretas, mantendo ambientes limpos, sem acúmulo de entulho ou alimentos, armazenando mantimentos em recipientes fechados e vedando frestas que permitam a entrada de roedores. Em locais fechados, recomenda‑se ventilar antes da limpeza e usar equipamentos de proteção individual, como luvas e máscara, priorizando limpeza úmida para reduzir a dispersão de partículas contaminadas.
Pessoas que tenham frequentado locais com presença ou vestígios de roedores e apresentem febre, dores no corpo, mal‑estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, tosse ou falta de ar devem procurar atendimento médico imediatamente e informar a possível exposição, permitindo a avaliação clínica precoce e a investigação epidemiológica.
Com informações da Agência SP. Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir do comunicado oficial e conferido automaticamente com a fonte; nenhuma informação foi acrescentada.